A busca pelo primeiro estágio: como se vender e destacar seus pontos fortes

O primeiro estágio é um verdadeiro divisor de águas na vida do jovem. Seja ele de nível médio (aquele que iniciamos quando estamos no ensino médio) ou de nível técnico / superior, a busca pelo primeiro estágio é um desafio, mas nós da Ganbatte vamos te ajudar a deixar essa tarefa um pouco mais fácil.

É preciso ter experiência para conseguir o meu primeiro estágio? Não!

Provavelmente você já ouviu o famoso dilema de Tostines: vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?

A busca pelo estágio algumas vezes passa por esse dilema também: preciso de experiência para ter um estágio e preciso de um estágio para ter experiência. É com imensa satisfação que eu te digo, jovem que procura sua primeira oportunidade no mercado de trabalho, que NÃO, você não precisa de experiência para conseguir o seu estágio.  Aliás, é justamente para isso que serve o estágio, para que você adquira experiência profissional. Eu sei que agora você deve estar olhando para a tela com cara de “ué”, mas vamos te mostrar o caminho das pedras: Mostre que você possui as habilidades necessárias para ocupar a vaga. Você pode não possuir experiência propriamente dita, mas pode ter vivência, seja como líder de algum projeto social, algo em sua comunidade local, igreja ou time de futebol. Tudo é válido, desde que você saiba se vender!

Aposte no currículo!

Um bom currículo é o verdadeiro ás na manga e pode te colocar em posição de destaque diante de outros candidatos. Por isso, nada de preguiça na hora de fazer o currículo. Ele é o seu cartão de visitas, o primeiro contato que o entrevistador tem com você, então é importante dedicar um tempo nessa tarefa e deixar seu currículo ainda mais atrativo. A Ganbatte criou um e-book inteirinho e grátis sobre esse assunto e você pode saber mais clicando aqui!

Para deixar seu currículo mais recheado e impressionante, invista em cursos. Existem diversos cursos on-line e gratuitos que você pode fazer e inclusive obter certificados.

 Entenda o que você está vendendo

Você pode pensar que o está vendendo são suas horas de trabalho, os conhecimentos que acumulou ou as habilidades que adquiriu. Isto está parcialmente correto, mas a resposta real vai para muito além destes fatores. Pense sobre sua história como indivíduo, sua família, o bairro onde cresceu, as classes que representa, a história dessas classes, o contexto do seu país, seu papel nesse contexto, o que você deseja alcançar e o que está disposto a fazer para alcançar esses objetivos. Tudo isso faz parte da sua identidade e de quem você é, inescapavelmente, como indivíduo e como profissional.

Autoconhecimento, atenção e informação, são as verdadeiras moedas do século XXI, e serão sua principal fonte de riqueza enquanto procura se inserir no mercado de trabalho. Ao entender essa sua identidade, busque compreender também de que forma a sociedade como um todo costuma enxergá-la, e tente identificar quais as ameaças e oportunidades que essa visão social apresenta para você e para outros como você.

Entenda o que esperam de você

As relações humanas são embebidas em expectativas. Identificando quem você é e se encontrando nesse processo identitário, você se torna capaz de exceder e até mesmo modificar essas expectativas, surpreendendo até mesmo os mais experientes recrutadores. Domine sua história pessoal, a história do seu contexto, as coisas que você aprendeu com elas e de que maneiras planeja modificá-las nas direções que acredita e por quê acredita nessas direções.

Busque também entender as necessidades do mercado contemporâneo e de que forma equilibrá-las com o que você pode oferecer. O ritmo de trabalho atual é acelerado e exige constante adaptação e foco em resultados. Busque sempre se desafiar em projetos diversos, aprender coisas novas e atingir objetivos. Seus futuros sócios ou empregadores vão valorizar o que você alcançou e sua capacidade de aproveitar oportunidades.

Se mantenha relevante e atualizado em seu campo de atuação

Não deixe de praticar com certa regularidade suas maiores aptidões e habilidades técnicas e se mostre disposto a receber feedbacks. Entenda sua indústria e as ‘ferramentas da moda’ tão como seus fundamentos e as ferramentas que provavelmente irão perdurar por bastante tempo. Desenvolva a habilidade de usar essas ferramentas de modos diferentes e inovadores. Inove sua prática, seu mercado e a si mesmo.

Ouvir um “não” é difícil, mas necessário

Seria o meu sonho de princesa passar em todas as entrevistas que eu fiz na vida? Seria. Mas se isso tivesse acontecido, eu não teria aprendido, não teria melhorado e me preparado ainda mais. Por tanto, não desanime se você não passar na entrevista para o seu primeiro estágio (ou qualquer outra entrevista). Encare isso como uma experiência e continue tentando. Sua hora vai chegar!

Prazer, Diego Henrique, 26 anos, profissional da área de marketing e apaixonado pela escrita. Sou colunista de alguns sites por essa internet de meu Deus, falando sobre relacionamentos, comportamento e lifestyle.

Desigualdade socioeconômica – Um passeio na história para não repetirmos os erros do passado

Dizem que sábio é aquele que aprende através do exemplo, seja ele bom ou ruim. Por isso, convido você a embarcar em uma viagem ao passado, mais precisamente em 1500, onde – teoricamente – tudo começou.

Nos deram espelhos e vimos um mundo doente

Se vamos falar do início, é impossível não falar da relação europeu x índio. Os índios já estavam aqui quando os portugueses chegaram e “descobriram” o Brasil. O desrespeito à cultura local e a necessidade de impor costumes reflete até hoje nos povos indígenas, que lutam – literalmente – com unhas e dentes para manter viva a sua tradição, cultura e suas terras. E por falar em refletir, foi com espelhos que os europeus tiraram vantagens dos povos indígenas no início da colonização, iludindo-os em troca de serviços. Infelizmente, esse cenário ainda se repete nos tempos atuais, onde empresas iludem candidatos em processos seletivos, oferecendo mundos e fundos, mas quando inicia o trabalho acaba sendo um job description totalmente diferente do acordado no processo, com ainda mais funções e um salário incompatível. Quando falamos em responsabilidade social, estamos falando sobre transparência e refletir os valores da empresa em todas as fases, com todos os stakeholders, de funcionários a parceiros, de investidores a clientes finais.

Desigualdade: Separando pessoas por classes desde o Brasil Colônia

Se engana profundamente quem acha que a desigualdade socioeconômica brasileira é um problema recente. Na verdade, é uma herança que carregamos desde a chegada dos europeus e o período escravocrata. Quando homens brancos escravizavam aqueles trazidos nos navios negreiros e os índios, isso os colocava em posição superior a eles. E assim foi por mais de 300 anos. Essa realidade começou a mudar após a lei áurea, que acabou com a escravatura e permitiu que negros e índios pudessem buscar condições melhores de vida, sendo remunerados pelo seu trabalho e podendo inclusive ter posses, pois agora eram livres. Mas que fique claro que as pessoas pertencentes às classes econômicas menos favorecidas não estavam em pé de igualdade com os homens brancos após a lei áurea e não estão até hoje. São séculos de retrocesso que tentamos mudar até hoje, com políticas públicas e inclusão social.

Uma herança indigesta, mas não eterna

Desde sempre carregamos uma herança indigesta, que aumenta a conta da desigualdade cada dia mais. Não é porque um problema perdura por tanto tempo que ele se torna eterno. Temos que promover a mudança, promover oportunidades aos ocupantes das classes CDE para que haja melhores condições de vida e cada vez menos desigualdade. Conhecendo o nosso passado, podemos mudar as nossas atitudes no presente que refletirão no futuro, quebrando um ciclo vicioso e uma maldição hereditária que é passada de geração em geração.

A Ganbatte se preocupa com essas questões e sabe que podemos transformar o futuro de muitas pessoas. Vamos Juntos?

Prazer, Diego Henrique, 26 anos, profissional da área de marketing e apaixonado pela escrita. Sou colunista de alguns sites por essa internet de meu Deus, falando sobre relacionamentos, comportamento e lifestyle.

Fazer parte das classes CDE não te desqualifica como profissional.

Eu sei que é difícil acreditar no título deste texto, quando vivemos em uma sociedade tão preconceituosa e predisposta a julgar, sem antes mesmo conhecer. Mas cabe a nós sermos os agentes de mudança e nos fazer enxergar. Nos valorizar!

Não vou entrar no (de)mérito da meritocracia, pois sabemos que o mérito fica sempre para os que possuem melhores condições. Mas convido você a entrar nesse exercício de autovalorização comigo. Bora? Então bora!

Oportunidade não é caridade

Sabe aquela famosa frase “Faz acontecer que eu faço valer a pena”? Pois é exatamente isso. Tudo o que você precisa é de uma oportunidade para mostrar suas competências, seu valor. E hoje, cada vez mais, as empresas estão se conscientizando sobre i
sso. Elas estão entendendo que oportunidade não é caridade. É exatamente aí que você entra. Agarre as oportunidades e faça com que o voto de confiança tenha valido a pena.

Resiliência é muito mais que uma palavra bonita

Aposto que você já viu por aí a palavra resiliência, mas talvez nem saiba o que significa, certo? E se eu te disser que jovens das classes CDE – como pode ser o seu caso – tendem a ser resilientes em vários momentos da vida?

“A resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse, algum tipo de evento…” – Wikipédia.

Viu só? Somos resilientes, nunca nos faltou garra e capacidade de superar as situações mais adversas. O trabalho é muito longe? Não tem problema, acordamos mais cedo e pegamos uma, duas, três conduções se for preciso. Valores como esses são levados cada vez mais em consideração pelos recrutadores das empresas. Não querem mais máquinas, mas sim, pessoas que consigam se adaptar e superar as adversidades, funcionários que se identificam com os valores da empresa.

E o intercâmbio?

O intercâmbio é objeto de desejo de muitos (se não todos). Claro que temos vontade de conhecer um novo país e sua cultura, realizar trabalhos voluntários e de quebra aperfeiçoar uma língua estrangeira e ganhar alguns pontos extras no currículo. Mas sabemos que este é um sonho distante da maioria de nós. Isso não quer dizer que você não pode fazer tudo isso em terras tupiniquins. Os mesmos pontos extras no currículo que adquiridos ao fazer um intercâmbio, podem ser compensados de outras formas. É importante estar engajado com sua comunidade local. Sabe aquela escolinha de futebol para tirar a molecada da rua? Que tal fazer parte? E por que não compartilhar com outras pessoas seus conhecimentos em uma área específica? Essa troca de experiências enriquece o currículo e a vida. Basta estarmos atentos ao que acontece bem diante dos nossos olhos.

De agora em diante não tem mais espaço para se sentir inferior por conta de sua classe social. Isso não te desabona, não te desqualifica. Pare de se colocar para baixo, porque você tem valor. E muito!

Sabia que a Ganbatte pode te ajudar a se valorizar diante do mercado? Vem com a gente!

Prazer, Diego Henrique, 26 anos, profissional da área de marketing e apaixonado pela escrita. Sou colunista de alguns sites por essa internet de meu Deus, falando sobre relacionamentos, comportamento e lifestyle.

Ganbatte participa do Fórum de Inovação Educativa

3ª edição do evento realizado pela Folha de São Paulo e Fundação Telefônica Vivo discutiu temas como o futuro do trabalho e o protagonismo juvenil

A Folha de São Paulo promoveu, nos dias 22 e 23 de agosto, em parceria com a Fundação Telefônica Vivo, a terceira edição do Fórum Inovação Educativa. O evento discutiu temas como o futuro do trabalho, protagonismo juvenil e os benefícios que ações em rede geram para a educação. Para saber mais sobre o Fórum, clique aqui!

A nossa fundadora, Karen Franquini, representou a Ganbatte e milhares de jovens de periferia na mesa sobre ‘O Futuro do Trabalho: o que vem por aí’, que também contou com a presença do Americo Mattar, diretor-presidente da Fundação Telefônica Vivo; Lucas Robertto Batista, head do Digital Labs da Vivo; Rosa Alegria, futurista, e Vanderlei Martinianos, membro da equipe fundadora da École 42.

Os participantes abordaram diversos temas relacionados ao futuro do trabalho destacando-se a importância da habilidade comportamental para o profissional do futuro, as possíveis formas de preparação dos jovens para enfrentar o novo cenário e a necessidade de as corporações criarem ambientes que favoreçam a inovação para atrair os jovens. Assista ao debate completo, clicando aqui!

Sabine Righetti, colaboradora da Folha de São Paulo e mediadora do debate; Lucas Robertto Batista, diretor do Digital Labs da Vivo; Rosa Alegria, futurista; Karen Franquini, fundadora da Ganbatte; Vanderlei Martinianos, membro da equipe fundadora da École 42; Americo Mattar diretor-presidente da Fundação Telefônica Vivo.

Segundo Karen Franquini, quando se trata de empregabilidade, os jovens, sobretudo o de baixa renda, possuem uma taxa de desemprego de 2 a 3 vezes maior do que os adultos. Isso está conectado aos fatos de que o mercado de trabalho e a educação no Brasil são excludentes; o ensino não atende à demanda de grande parte da população e o mercado de trabalho ainda continua utilizando metodologias que são focadas em competências técnicas. Isto é preocupante, uma vez que nos próximos anos a inteligência artificial vai realizar a maioria das atividades como cálculos complexos e resolução de problemas cotidianos. O elemento mais importante no profissional do futuro, então, será a habilidade comportamental, a maneira de se relacionar e a inteligência coletiva.

Esse novo caminho da valorização das habilidades comportamentais pode ser uma oportunidade para que os profissionais de baixa renda consigam se inserir no mercado de trabalho, não sendo avaliados apenas pelo currículo, que sabemos que não é competitivo, mas sendo avaliados pelas suas competências pessoais e relacionais, como resiliência, criatividade e proatividade.

Para diminuir a exclusão social dos jovens é necessário ter uma relação automática entre a educação formal e inserção no mercado de trabalho, conectando o jovem formado à oportunidades de emprego; manter e criar novas políticas públicas inclusivas, capazes de democratizar a educação, e também ações da iniciativa privada para a capacitação profissional. Neste sentido, iniciativas como a Ganbatte estão inovando na hora de recrutar e selecionar profissionais focando nas competências comportamentais para conectar empresas a jovens de baixa renda.

O futuro do trabalho é incerto e volátil.  Mas podemos nos preparar hoje, no presente, para criar um mercado de trabalho que acompanhe as inovações tecnológicas e que gere inclusão social. É nisso que a Ganbatte acredita.

Assista todos os pontos abordados pela Karen Franquini, fundadora da Ganbatte, no 3º Fórum de Inovação Educativa, a partir de 28m35s do vídeo no portal da Folha de São Paulo. Para assistir, clique aqui!

Desenvolvemos jovens para trabalhar no mercado financeiro

O curso teve 30h de duração e foi uma preparação para ingressar no mercado financeiro.

No último sábado, 26, encerraram as aulas da nossa Formação em Mercado Financeiro, ministradas na UNISUAM, no bairro de Bonsucesso do Rio de Janeiro. O desafio foi lançado quando criamos o crowdfunding para tornar a Formação possível e dar oportunidade aos jovens de baixa renda para estudar sobre o Mercado Financeiro. Foram 4 aulas, 30 horas, 3 módulos e 11 alunos.

A Formação foi criada em parceria com o Capitalismo Herdeiro e foi possível por conta do crowdfunding “Impulsionando Talentos no Mercado Financeiro”, realizado em dezembro do ano passado. Muito obrigada a todos os doadores e os nossos patrocinadores, Unisuam e Recanto do Capixaba, que depositaram em nós a confiança de um país melhor e com educação para todos.

Agradecemos a todos que depositaram em nós a confiança de um país melhor e com educação para todos.

No módulo de Soft Skills, ministrado pela Mestre Paloma Almeida, estimulou o desenvolvimento das principais competências comportamentais necessárias para ser um profissional bem-sucedido no mercado financeiro, como Inteligência Emocional, Resiliência e Criatividade. 

Já o módulo de Hard Skills, ministrado por Raphael Guimarães e Marcos Macedo, foi abordado as competências técnicas do mercado financeiro e também uma preparação para a Certificação CPA-10, que é obrigatória a todos que querem atuar na oferta e venda de produtos de investimento diretamente com clientes.

Aulas da Formação em Mercado Financeiro.

Nossos alunos contaram um pouco sobre o que a Formação representou para eles. Mariana, Ribeiro, 20 anos, estudante de Economia afirmou: “Este curso que a Ganbatte está disponibilizando tem um custo de mercado inacessível para a maioria da turma. Ao longo das aulas eu vi a minha evolução, devido aos profissionais que ministraram as aulas que possuem conhecimentos extraordinários e experiência no mercado financeiro. A Ganbatte foi a chave que precisava para abrir portas para os jovens que querem ingressar no mercado financeiro.”

Já Wallace Silva, 25 anos, estudante de Engenharia Civil disse:  “Eu estou fazendo a mudança de carreira para a área financeira e o curso me possibilitou aprender sobre a área e me motivou a fazer a prova do CPA-10 e futuramente a do CPA-20. A Ganbatte representa o empoderamento dos jovens da nossa geração!”

“O curso foi enriquecedor para mim. A Ganbatte é uma forma de abrir o mercado para pessoas que não tem tantas condições, possibilitando a oportunidade de entender e aprender.” afirma Paula Nascimento, 23 anos, estudante de Ciências Contábeis.

Encerramento da Formação em Mercado Financeiro.

Muito obrigada a você que doou para o nosso Crowdfunding “Impulsionando Talentos no Mercado Financeiro” e tornou possível a capacitação destes jovens para ingressar no mercado financeiro.

Ganbatte se destaca como Negócio de Impacto Social no Rio de Janeiro

Edital do Prêmio Consulado da Mulher pré-selecionou a Ganbatte, negócio social que conecta empresas com jovens talentos de baixa renda.

Ganbatte é uma expressão japonesa de encorajamento que significa “Aguente firme, não desista, faça o seu melhor!” É uma forma de desejar que uma pessoa alcance um objetivo ou transpasse uma barreira e desafios que demandam esforço. Somos um negócio social que conecta as empresas aos melhores jovens talentos das classes C, D e E, por meio de uma metodologia focada em soft skills e em perfis comportamentais, sendo aquelas que lidam com a relação e interação com outros, onde habilidades como resiliência, empatia, colaboração e comunicação são avaliadas como competências baseadas na inteligência emocional e que distinguem profissionais incríveis da média. Somos especialista em atrair, recrutar, selecionar e desenvolver profissionais de baixa renda para cargos de estágio e CLT.

Após passar pela primeira fase do Edital do Prêmio Consulado da Mulher, nos destacamos como o segundo negócio da lista de pré-selecionados, no Estado do Rio de Janeiro. Valmir Vale, Coordenador Executivo do Instituto Musiva, instituição cliente e Parceira da Ganbatte, destaca o profissionalismo e a qualidade nos nossos serviços como um forte fator de concorrência: “A Karen (Franquini, Diretora executiva do negócio) já é uma grande empreendedora! A cada detalhe do processo seletivo vemos muita transparência e comprometimento delas em buscarem candidatos dentro do perfil, ressalta Vale.

Atualmente, estamos sediados no Pólen, Polo de Inovação e Empreendedorismo da UNISUAM, que fica localizado em Bonsucesso, subúrbio do Rio de Janeiro. “Quando entrevistei a Karen para participar da Pré-Aceleração do Pólen identifiquei muito potencial na Ganbatte. A startup conquistou o primeiro lugar por que acreditamos na proposta de valor do negócio e no impacto social que está sendo gerado.”, afirma Augusto Medeiros Da Motta Neto, Coordenador de Relações Internacionais da UNISUAM.

A aluna da nossa Formação em Mercado Financeiro, Lenara Lyra também falou sobre o que a startup representa para ela. ” A Ganbatte investe alto em sonhos, pois acredita no potencial de pessoas sem recursos financeiros que só precisam de uma oportunidade, assim como eu.” afirma Lenara.

Na foto: (esquerda para a direita) Paula Puga, Diretora de Comunicação e Engajamento, Lenara Lyra, aluna da Formação em Mercado Financeiro e Karen Franquini, Diretora Executiva da Ganbatte.

Possuímos uma diretoria formada em sua maioria por mulheres e o nosso serviço de recrutamento e seleção  incentiva muito a participação de jovens de baixa renda, sobretudo jovens mulheres e mães, nos processos seletivos. Segundo Karen ter sido pré-selecionada pelo Consulado da Mulher “foi uma grande vitória e fator de satisfação pessoal e profissional, mas ainda passaremos pelas outras etapas e estamos na torcida para receber este Prêmio”.

A empreendedora é uma das fundadoras do negócio e viu na sua trajetória pessoal, com a formação no curso superior de Engenharia de Produção pela PUC-RIO, uma possibilidade para empreender. “Quando terminei a faculdade percebi que o mercado de trabalho não estava tão aberto para receber jovens recém formados e muitas vezes era apenas o preconceito pelas empresas estarem muita atreladas e apegadas ao currículo e por não explorarem as outras qualificação e experiências dos candidatos. Após pesquisar bastante e me qualificar sobre o tema conheci a metodologia focada em soft skills que leva em consideração as competências do candidato em toda a sua trajetória de vida. Assim nasceu a Ganbatte”, explica Karen.

Além de inserir jovens no mercado de trabalha, também promovemos cursos para a capacitação deste público e oferecemos serviços como recrutamento e seleção de profissionais formados, bem como de estagiários de ensino superior e nível técnico.

Como a Ganbatte conecta talentos a empresas

A Ganbatte foi criada com o sonho de capacitar e gerar oportunidades profissionais para jovens talentos, alocando esses talentos em micro e pequenas empresas. Pois bem, nosso sonho vem se tornando realidade a cada dia. Hoje viemos contar a história do Misael Gonçalo, o primeiro jovem que, por meio da nossa plataforma, conseguiu ingressar no mercado de trabalho.

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