Fazer parte das classes CDE não te desqualifica como profissional.

Eu sei que é difícil acreditar no título deste texto, quando vivemos em uma sociedade tão preconceituosa e predisposta a julgar, sem antes mesmo conhecer. Mas cabe a nós sermos os agentes de mudança e nos fazer enxergar. Nos valorizar!

Não vou entrar no (de)mérito da meritocracia, pois sabemos que o mérito fica sempre para os que possuem melhores condições. Mas convido você a entrar nesse exercício de autovalorização comigo. Bora? Então bora!

Oportunidade não é caridade

Sabe aquela famosa frase “Faz acontecer que eu faço valer a pena”? Pois é exatamente isso. Tudo o que você precisa é de uma oportunidade para mostrar suas competências, seu valor. E hoje, cada vez mais, as empresas estão se conscientizando sobre i
sso. Elas estão entendendo que oportunidade não é caridade. É exatamente aí que você entra. Agarre as oportunidades e faça com que o voto de confiança tenha valido a pena.

Resiliência é muito mais que uma palavra bonita

Aposto que você já viu por aí a palavra resiliência, mas talvez nem saiba o que significa, certo? E se eu te disser que jovens das classes CDE – como pode ser o seu caso – tendem a ser resilientes em vários momentos da vida?

“A resiliência é a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas – choque, estresse, algum tipo de evento…” – Wikipédia.

Viu só? Somos resilientes, nunca nos faltou garra e capacidade de superar as situações mais adversas. O trabalho é muito longe? Não tem problema, acordamos mais cedo e pegamos uma, duas, três conduções se for preciso. Valores como esses são levados cada vez mais em consideração pelos recrutadores das empresas. Não querem mais máquinas, mas sim, pessoas que consigam se adaptar e superar as adversidades, funcionários que se identificam com os valores da empresa.

E o intercâmbio?

O intercâmbio é objeto de desejo de muitos (se não todos). Claro que temos vontade de conhecer um novo país e sua cultura, realizar trabalhos voluntários e de quebra aperfeiçoar uma língua estrangeira e ganhar alguns pontos extras no currículo. Mas sabemos que este é um sonho distante da maioria de nós. Isso não quer dizer que você não pode fazer tudo isso em terras tupiniquins. Os mesmos pontos extras no currículo que adquiridos ao fazer um intercâmbio, podem ser compensados de outras formas. É importante estar engajado com sua comunidade local. Sabe aquela escolinha de futebol para tirar a molecada da rua? Que tal fazer parte? E por que não compartilhar com outras pessoas seus conhecimentos em uma área específica? Essa troca de experiências enriquece o currículo e a vida. Basta estarmos atentos ao que acontece bem diante dos nossos olhos.

De agora em diante não tem mais espaço para se sentir inferior por conta de sua classe social. Isso não te desabona, não te desqualifica. Pare de se colocar para baixo, porque você tem valor. E muito!

Sabia que a Ganbatte pode te ajudar a se valorizar diante do mercado? Vem com a gente!

Prazer, Diego Henrique, 26 anos, profissional da área de marketing e apaixonado pela escrita. Sou colunista de alguns sites por essa internet de meu Deus, falando sobre relacionamentos, comportamento e lifestyle.

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